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O significado de “Graça” é favor imerecido. Algo que se recebe sem ter dado nada em troca. Sob a graça, é necessário compreender que nós, seres humanos, não merecemos nada que venha da parte de Deus. Não merecemos Sua atenção, Seus cuidados, Suas bênçãos (por mais simples que pareçam ser)! No livro “Maravilhosa Graça”, Philip Yancey diz que, como alvo da graça divina, “não há nada que você possa fazer para Deus te amar mais; e não há nada que você possa fazer para Deus te amar menos”. Significa que somos alvo do amor de Deus, sem ter feito nada para merecer!

Compreender – e fazer com que se compreenda – esta realidade é fundamental. Apesar de a Graça não ser algo entendível pela capacidade limitada da mente humana, é necessário ter gravado no coração que não somos merecedores do que vem de Deus. Esta semana, li o livro “Consolo”, de Eleny Vassão, nele, ela fala que “Jó era agradecido pelos bens que Deus lhe permitira possuir. Ele não achava que Deus era obrigado a lhe dar todas as coisas boas por ele ser um homem bom. Sabia que tudo que recebia era pelo amor e pela graça de Deus, não por seus méritos pessoais” (Consolo, p. 39).

“Viver e aceitar a Graça é saber que se amamos a Deus é porque Ele nos amou primeiro e, assim, cultivamos em nós esse relacionamento com o Senhor, entendendo que se não fosse por Seu amor incondicional viveríamos uma “des”graça eterna, escravos do pecado, vulneráveis a todo tipo de ações do inimigo.”

Quando compreendemos isso, passamos a gerar gratidão em nosso coração, quer seja pela salvação que recebemos (que nos dá vida eterna), ou pelo dom da vida e das bênçãos que nos cercam no dia a dia. Ricardo Zandrino, faz a seguinte observação: “A gratidão gera alegria de viver e ser agradecido é a expressão de maturidade e saúde. A gratidão nos leva a sentir a vida como um presente constante” (Curar também é tarefa da igreja, p. 46).

Viver e aceitar a Graça é saber que se amamos a Deus é porque Ele nos amou primeiro e, assim, cultivamos em nós esse relacionamento com o Senhor, entendendo que se não fosse por Seu amor incondicional viveríamos uma “des”graça eterna, escravos do pecado, vulneráveis a todo tipo de ações do inimigo (Satanás e seus demônios). É preciso compreender isso para que nosso relacionamento com Deus não esteja baseado em momentos de bonança, e nossa fidelidade esteja acima de tudo o que Ele nos dá. Só assim, seremos fieis até o fim.

Em Jesus,

Douglas =)

 

Quando penso em “Vida com Deus” não consigo associar a algo fácil. Isso em hipótese alguma!

Viver com Deus é algo libertador para quem realmente vive com Ele, para quem realmente o ama! Quem entende que não há valor algum em si mesmo e que, só por Deus pode sentir-se completamente aceito, apesar de seus defeitos, imperfeições, pecados. Todos somos pecadores, cada ser humano lida com uma dificuldade diferente. Talvez, para um indivíduo seja mais fácil lidar com certo tipo de fraqueza do que para outro. Porém, isso não significa que esse outro indivíduo não possua outra barreira que considere intransponível em seu relacionamento com Deus.

O que me entristece, diante dessa realidade geral da humanidade, é ver tantas pessoas tentando transpor essas barreiras por sua própria conta, tentando usar sua própria “sabedoria”, acreditando que Deus não as aceitará com aquele defeito (isso inclui os cristãos). Primeiro, querem estar limpos para, depois, irem até Jesus. Mas, como poderão limpar-se sem o Sangue? O máximo que conseguirão será mascarar uma imperfeição, cobrir a lepra com roupas novas, lavar apenas com água as mãos engorduradas! Seu próprio orgulho as impede de aceitar seu real estado e correr desesperadamente para Aquele que pode – e quer – lavá-los.

Em seu livro “Cristianismo Puro e Simples”, C. S. Lewis fala sobre “O Grande Pecado” e, acredite, ele não tem relação com pecados sexuais, ira, cobiça, embriaguez, etc. “O Grande Pecado” é o Orgulho (ou presunção, se assim preferir). Aquele que é orgulhoso sempre se achará bom demais para admitir que suas forças nunca serão suficientes para chegar até o fim da caminhada cristã, tratam a si mesmos como tratariam um outro alguém que caísse em pecado: julgando-se indignas do perdão de Deus por terem cometido o mesmo pecado pela milésima vez e negam a si mesmos o perdão já liberado pelo Pai.

É o orgulho de reconhecer a fraqueza e limitação que faz as pessoas desistirem de si mesmas na busca pela santidade, pois pensam que, se até hoje não conseguiram manter-se puras para Deus, jamais conseguirão. É esse orgulho que precisa ser reconhecido de uma vez por todas e, também de uma vez por todas, quebrado.

Quando negamos o perdão a nós mesmos, anulamos o sacrifício de Jesus em nossa vida, uma vez que Ele morreu somente para nos dar esse direito à reconciliação com Deus. Se negamos o Sacrifício de Jesus, julgamos Seu Sangue insuficiente para cobrir nossos pecados, dizemos que o poder e o efeito do pecado sobre nós é bem maior do que o efeito do Sangue remidor de Cristo. Negamos o motivo pelo qual dizemos existir e viver!

Se você também é um orgulhoso, não desanime! Eu escrevo sobre algo com o qual luto todos os dias. A caminhada é essa, a jornada é longa, mas o que importa é não nos conformarmos, pois enquanto não nos rendemos ao pecado, o Pai não nos condena, mas luta a nosso favor. Se olhamos para nós mesmos como pecadores e nos arrependemos pelo nosso estado atual, recebemos o perdão de Deus. Ele é o Oleiro, nós o barro. Ele está nos moldando e, quando estivermos prontos, Ele mesmo nos exaltará para junto d’Ele, a um lugar onde não haverá fraquezas, dores, pecado. Viveremos eternamente junto do nosso Senhor que nos receberá com Coroa de Glória, Vestes de Louvor e nos tomará por Sua herança! “O zelo do Senhor dos Exércitos fará isso”.

Enquanto aguardamos, nos mantemos puros, tendo a Santificação como uma grande obra de Reconstrução das ruínas de nossas vidas (como em Neemias). Lembre-se: Limpo não é quem nunca se sujou, mas aquele que se lava todos os dias no Sangue do Cordeiro. Viva a realidade do que a Palavra diz e do que cantamos: “Vem, filho amado, vem COMO ESTÁS”. É o Pai quem nos limpa. Nunca se esqueça disso.

“Se alguém quer adquirir a humildade, creio poder dizer-lhe qual é o primeiro passo: é reconhecer o próprio orgulho. Aliás, é um grande passo. O mínimo que se pode dizer é que, se ele não for dado, nada mais poderá ser feito. Se você acha que não é presunçoso, isso significa que você é presunçoso demais.”
(C. S. Lewis)

Na perseverança fortalecida pelo Cordeiro,

Douglas =)

“Não sou digno de Deus!”

Disso eu sempre soube! Tudo o que tenho, tudo o que já vivi até aqui foi pela Graça de Deus, que me alcançou e perdoou, dando-me o direito de ter um relacionamento com Ele, como alguém que jamais pecou.

Fico agraciado por tanto que recebo sem merecer mas, ao mesmo tempo me enraiveço comigo mesmo por não conseguir corresponder à altura a esse amor. Parece que me acostumo a ser perdoado e amado apesar de meus muitos erros e, por isso, continuo errando, como se um pensamento (equivocado) tomasse conta de minha mente: “Ele vai continuar me amando mesmo!”

Mas não é assim que as coisas funcionam! Apesar de a Graça superabundar onde, antes, o pecado abundou, não posso querer pecar mais para que a Graça seja mais superabundante! Preciso compreender que tenho o perdão de meus pecados e, por isso, preciso abrir mão deles, de uma vez por todas.

Todos os dias preciso querer amar ao meu Deus como Ele primeiro o fez, e que esse amor em mim seja maior do que a vontade de pecar. Que esse relacionamento não seja uma troca de interesses, mas que, por amá-Lo, eu não consiga mais desapontá-Lo, entristecer Seu coração.

Creio que apesar de qualquer coisa, de qualquer erro, o Sangue de Cristo é bem mais poderoso do que tudo, e que esse Sangue pode cobrir, lavar meu pecado. Creio também que o Espírito Santo de Deus é bem maior do que toda voz de acusação que tenta me isentar de aceitar o perdão de Deus.

Nas horas em que tudo parecer vir contra nós, acusações, vontade de desistir de tudo devido a um erro cometido, que a fé no Deus que nos ama e nos perdoa seja racional o suficiente para lembrar que o Pai de amor a quem pregamos aos perdidos é Aquele que anseia pelo pecador e não por aqueles que julgam-se santos, mesmo estando longe d’Ele.

Esse Deus é o que me perdoa todos os dias, que me ama e me salva por Sua Graça, que vem a mim através da Fé que tenho em Seu Filho Jesus: a fonte de toda a Fé e de todo o Perdão que preciso para viver hoje, amanhã e para sempre.

Lembre-se: “Limpo não é quem nunca se sujou, mas aquele que se lava todos os dias no Sangue do Cordeiro”.

Que Deus te abençoe!

No amor e na Graça do Cordeiro de Deus,

Douglas

“Porque, como, pela desobedência de um só homem, muitos se tornaram pecadores, assim também, por meio da obediência de um só, muitos se tornarão justos” (Romanos 5:19)

*Leia Romanos 5 e 6

Ouço Mariah Carey desde meus 6 anos de idade, quando minha irmã mais velha, alucinada por música e pelos gritos da cantora, ouvia no volume máximo enquanto arrumava a casa. Como eu sempre estava por perto, acabei crescendo ao som de canções como “My All”, “Hero” e “Always be my Babe”. Aprendi todos os arranjos mesmo sem compreender a língua, porém limitei meu conhecimento ao CD “#1”, marcado por trazer apenas canções que permaneceram em primeiro lugar nas paradas.

Após quase 15 anos, peguei o CD “Charmbracelet” emprestado com uma amiga e comecei a ouvi-lo no trajeto de casa para o estágio e acabei me apaixonando como se fosse um novo CD, lançado há pouquíssimo tempo. Com mais conhecimento da lígua inglesa, consegui compreender que uma das músicas falava sobre Graça que dava força, paz, enfim.. procurei saber ao certo tudo o que a canção dizia e fui surpreendido não apenas com a letra que me encheu de ânimo, como pela apresentação de Mariah no programa da Oprah há quase 10 anos atrás, onde a cantora é aplaudida de pé por sua performance.

Infelizmente, muitas coisas mudaram na vida e história de Mariah Carey, até mesmo sua voz passou por mudanças drásticas, fazendo com que sua música ficasse debilitada, porém, ainda hoje, oro a Deus para que sua vida seja restaurada, que ela possa conhecê-lo e que Sua Graça Salvadora possa, de uma vez por todas, libertá-la e trazê-la para a Luz. Que esta canção torne-se uma verdade em sua vida.

Sob a Graça Salvadora,

Douglas.

Ainda tenho muito de aprender
Mas pelo menos, eu sei onde buscar

Quando eu estiver nas horas de necessidade
Eu sei que todas as coisas são possíveis
Enquanto eu acreditar

Já amei bastante, me magoei bastante
Fui marcado a vida inteira, o tempo todo
Gastei preciosos anos preso no medo

Sem ver o fim
Até que minha graça salvadora me iluminou
Até que minha graça salvadora me libertou

Dando-me paz
Dando-me força quando eu
Aos poucos a perderia toda
Amparando cada queda minha
Ainda existo porque você me mantém seguro

Encontrei minha graça salvadora dentro de você

Sim, tenho sido passado prá trás
Cresci em confusão

Fui destituído
Vi a vida de vários lados
Fui estigmatizado
Fui negro e branco
Me senti inferior por dentro

Até que minha graça salvadora me iluminou
Até que minha graça salvadora me libertou

Dando-me paz
Dando-me força quando eu
Aos poucos a perderia toda
Amparando cada queda minha

Ainda existo porque você me mantém seguro
Encontrei minha graça salvadora dentro de você

E as abundantes coisas que tu fazes
Senhor, te agradeço
Por me libertar

E dando-me paz
Dando-me força quando eu
Aos poucos a perderia toda
Amparando cada queda minha

Ainda existo porque você me mantém seguro
Encontrei minha graça salvadora dentro de você
Sempre minha graça salvadora
Me impulsionou

Encontrei minha graça salvadora dentro de ti

(Sim, é você – você é meu tudo, tudo)
Dentro de você…
(Apenas, apenas você)
Sim, Senhor
(Apenas você)

Minha graça salvadora é
Você