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Se parar para refletir um pouco sobre sua própria vida, talvez você perceba que cobra muito de si mesmo (e dos outros), duvida muito de Deus e faz as coisas de uma forma inferior ao melhor que você poderia fazer. Acho que, assim,  muita gente deixa de ser feliz, por medo de arriscar, pisar no escuro, dar um passo de fé.

Talvez, tudo na vida fosse melhor se a gente parasse de pensar muito e começasse a agir mais! Não acha?!

A Palavra de Deus é cheia de exemplos de pessoas que venceram, cumpriram seu chamado, viveram o melhor do Senhor ainda nesta terra, e o que vejo em comum em todas elas é que foram pessoas de ação!

Imagine se a Bíblia fosse um livro exclusivamente de pensamentos, cheio de personagens que, ao invés de agir, ficariam, a vida toda, pensando em como seria se agissem de uma forma ou de outra.. Talvez, pessoas se renderiam a afrontas e morreriam frustradas por nunca terem sido inspiradas por Davi, ao arriscar sua vida ao enfrentar o gigante; outras cairiam no erro por não conhecerem a vida de Sansão. Conheceríamos bem menos a respeito da humanidade e pessoalidade de Jesus, se os Evangelhos nos trouxessem somente o que Ele pensava, ao invés de suas ações.

Movidos por exemplos de homens que se deixaram guiar pelo Espírito, podemos agir. E, por esse mesmo Espírito, podemos fazer obras muito maiores do que todos estes fizeram.

O que precisamos é conhecer ao Deus a quem servimos e conhecer Sua Palavra! Assim, nossas ações e impulsos estarão de acordo com Sua vontade! Digo conhecer, não de ouvir falar, mas de andar com Ele, ter relacionamento.

Aquele que é nascido do Espírito, age direcionado por Ele, “não sabes de onde vem, nem para onde vai”! (João 3: 8)

Quando agimos guiados por Deus permitimos que Ele nos surpreenda e, através dessa relação de confiança, Ele começa a nos confidenciar Seus segredos. Só assim nos tornamos seus!

O segredo do SENHOR é com aqueles que o temem; e ele lhes mostrará a sua aliança.” (Salmo 25:14. 2)

É lindo ver Deus agindo através de pessoas que em confiança, agiram por fé! Ver que muito além do “e se” (“e se não der certo?”, “e se Deus não fizer?”), a benção do Senhor estava sobre eles, e estes simplesmente agiram firmados nesta certeza, foram honrados pelo Pai!

O que vemos na Bíblia são pessoas que ousaram agir, agiram em nome do Senhor, movidas pelo Espírito e fizeram história, tiveram suas vidas marcadas com um selo! Tornaram-se referência de uma história cheia de Deus. Estes se renderam por completo! Se entregaram para viver o que ninguém antes viveu, ousaram caminhar em lugares altos, feitos incompreendidos por muitos, mas achados dignos de ser chamados amigos de Deus!

Oro para que, nestes dias, se levantem pessoas assim. Pessoas que aceitem o desafio. Que não esperem a vontade chegar para, depois, agir. Mas que, guiados pelo Espírito, com base na Palavra, agem com a benção e sob a unção do Senhor!

Viver pela fé também é isso! E se, lá na frente, tudo sair diferente do que você esperava, creia que Deus permanece no controle de tudo, pois sua vida não é mais sua.

É d’Ele!

Em Jesus,

Douglas =)

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“Tudo em mim mudou quando eu despertei do sono que paralisou a vida que eu tinha em Ti
Foi inesquecível ver, de novo, a Tua mão que me alcançou, que me envolveu! Senti Teu óleo derramando em mim”

(Fui Ungido – Igreja Batista Nova Ebenézer)

No meu aniversário de 16 anos ganhei um CD de uma amiga que tinha por título “Uma Fonte a Jorrar”, é da Igreja Batista Nova Ebenézer, Igreja da Fernanda Brum. O CD, no geral, não é muito bom, mas uma das músicas marcou meus momentos com o Senhor, trazendo refrigério ao meu coração e a certeza de quem eu sou diante de Deus.

Cada vez que declarava (e ainda declaro) que “FUI UNGIDO, FUI TOCADO, FUI (e ainda sou) AMADO, PERDOADO, FUI SARADO, RESTITUÍDO, FUI ERGUIDO, RENOVADO” por Seu amor, tinha meu coração cheio do renovo do Espírito Santo que me mostrava o que Sua graça e misericórdia fizeram na minha vida.

Se hoje tenho vida, é porque Cristo morreu por mim, hoje sou Filho, herdeiro de Deus!

Antes de terminar, deixo o Texto que li ontem, na Igreja, e que falou muito comigo:

“(…) aos santificados em Cristo Jesus, chamados para ser santos, com todos os que em todo lugar invocam o nome de nosso Senhor Jesus Cristo, Senhor deles e nosso: graça a vós outros e paz, da parte de Deus, nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo.
Sempre dou graças a [meu] Deus a vosso respeito, a propósito da sua graça, que vos foi dada em Cristo Jesus; porque, em tudo, fostes enriquecidos nele, em toda a palavra e em todo o conhecimento; assim como o testemunho de Cristo tem sido confirmado em vós, de maneira que não vos falte nenhum dom, aguardando vós a revelação de nosso Senhor Jesus Cristo, o qual também vos confirmará até ao fim, para serdes irrepreensíveis no Dia de nosso Senhor Jesus Cristo.
Fiel é Deus, pelo qual fostes chamados à comunhão de seu Filho Jesus Cristo, nosso Senhor.”

(1 Coríntios 1: 2 – 9)

Que o Senhor Jesus continue nos abençoando e aperfeiçoando… pra Glória de Seu próprio nome!

Em Cristo,

Douglas =)

Ontem foi uma noite explosiva de adoração em minha Igreja local! Senti como se tocasse os céus, ou como se os céus descessem sobre mim! E tenho uma grande certeza: Só Jesus é quem pode fazer isso!

Tudo começou na semana passada, no domingo de Páscoa, onde me deparei comigo mesmo com o coração cheio de tristeza! Uma tristeza sem motivo, afinal, deveria estar radiante por recordar de uma forma especial minha libertação que veio através da ressurreição de Jesus! Mas Satanás é sujo e me fez sentir mal durante todo o culto da noite. Quando acabou o culto, acabou a tristeza. O Espírito Santo já havia me deixado consciente de que aquilo era espiritual.

Já havia planejado que, da próxima vez que liderasse o momento de louvor em minha Igreja no domingo à noite, cantaríamos apenas canções de Celebração. Músicas que pudessem lançar fora toda opressão do Diabo e que nos lembrasse de quem somos em Cristo: Livres para viver em comunhão plena com o Espirito Santo de Deus! Foi isso o que contagiou toda a Igreja! Pelo som da nossa adoração e pela certeza que tínhamos de que o Sangue de Jesus nos é suficiente para cobrir todo pecado e nos dar nova vida em Cristo, Deus veio receber nossos louvores e se alegrar conosco!

Ah.. Só de lembrar meu coração já bate mais forte! Foi uma noite como há muito tempo eu não tinha diante da minha própria Igreja.. Todos envolvidos pela alegria do Espírito de Deus!

Não há palavras que traduzam o que sinto! Não há preço que pague o que Deus me dá por buscar Sua presença e Sua vontade pra minha própria vida (e que acaba alcançando muitos outros)! Apesar de tanto que já vivi longe dele, de tanto que já fiz para afastá-lo, mesmo dizendo que o que mais queria era a presença d’Ele… Não sei o que dizer.. Só posso render meu coração grato a Deus, por usar este vaso indigno para levar a tantas vidas o que Ele quer dizer, como um porta-voz.

Quero que você tenha a certeza de que na sua vida não deve ser diferente. Quando a tristeza quiser tocar e abater seu coração, traga à memória quem você é em Cristo! Quando achar que a presença de Deus está longe, louve! Louve sempre! Louve mais!!! Deus habita em meio aos louvores! Sua presença encherá o seu coração da certeza de quem você é! Vale a pena renunciar tantas coisas e contemplar como testemunhas oculares, o que só Deus pode fazer em nossa própria vida (e na vida dos que nos cercam) através da nossa transformação e liberdade n’Ele!

Até aqui, tudo tem valido a pena! E sei que vem muito mais pela frente!

Os testemunhos já estão chegando… Glória a Deus por isso!

Forte Abraço!

Douglas =)

A vida de qualquer cidadão comum sempre foi cheia de desafios. Muitos são batalhadores desde seu nascimento, transpondo obstáculos e incertezas que a própria vida lhes impõe, na insistência por sobreviver e alcançar lugares maiores, que vão além da mediania. Desafios relacionados à área pessoal, familiar, profissional, afetiva ou espiritual, entre outros, revelam-se como parte do cotidiano. À medida que o mundo evolui, influenciado pela pós-modernidade, os desafios do dia a dia também têm evoluído, tomando proporções cada vez maiores.

O Cristianismo, em seus diferentes aspectos, apresentou-se para a humanidade como um refúgio, possibilitando a busca por algo (ou Alguém) maior do que a infinita cadeia de desafios naturais na qual a raça humana está inserida involuntariamente. Pessoas de diferentes épocas e contextos sociais passaram a buscar em Cristo um sentido para viver, que fosse além de apenas existir (e algum dia morrer). Diante de diferentes formas de se enxergar a vida, somente uma poderia ser definida como verdadeira e, consequentemente, as demais tornavam-se mentiras. Todavia, os tempos mudaram, e o que se vê hoje é muito diferente de tudo o que já se ouviu falar a respeito de qualquer outro momento da História cristã.

Antes, os desafios de se aderir à fé cristã estavam relacionados ao âmbito espiritual no sentido de ter uma conduta pessoal irrepreensível, que estivesse de acordo com a de alguém verdadeiramente nascido do Espírito; e ao âmbito natural, consistindo em atitudes que fizessem os cristãos permanecerem firmes diante dos impedimentos a propagação do Evangelho – pela pregação da Palavra de Deus relacionada às revelações do Espírito Santo, dadas a partir do cumprimento do Plano de Salvação em Cristo -, e à convivência de diferentes temperamentos dentro de uma mesma fé.

Hoje, os desafios de ser um cristão vão muito além da luta contra si próprio (no que diz respeito as suas ações e reações), mas consiste em filtrar e organizar um emaranhado de conceitos e informações recebidas de terceiros a respeito da fé, buscando impedir que as mesmas acabem chocando-se com a Palavra de Deus. Na maioria das vezes, o choque parece ser inevitável, fazendo com que surjam novos conceitos na tentativa de esclarecer os anteriores.

Além disso, a sociedade pós-modernista na qual a Igreja está inserida nos dias atuais, tenta fazer com que as pessoas aceitem que não existe uma verdade única, que cada indivíduo deve pensar como lhe convém, e os demais, por sua vez, devem respeitar as diversas opiniões alheias, apesar de não concordarem com elas. Essa forma de pensar tem encontrado cada vez mais espaço nas igrejas evangélicas, através de pessoas que, contentando-se em permanecer à parte no que se refere ao conhecimento profundo das verdades bíblicas, aderem aos conceitos pós-modernistas, dando à luz o que pode ser chamado de “Cristianismo Pós-moderno”.

A supervalorização do que é material, faz com que muitas Igrejas invistam além do necessário em sua infraestrutura, visando uma grande quantidade de adeptos (os chamados membros), e acabam por não se preocupar com a qualidade da vida cristã dos mesmos, uma vez que, por “respeito” aos fieis, até mesmo pastores (líderes espirituais) têm sido cada vez mais omissos, evitando um tratamento pessoal e eficaz quando o assunto é a espiritualidade da Igreja. Preferem seguir a lei do “politicamente correto” deixando de “tocar na ferida” para que a mesma seja devidamente tratada.

Nunca se viu em tempos anteriores tamanha quantidade de “Evangélicos Simpatizantes”, pessoas que acreditam em Deus e sentem-se bem dentro de Igrejas Evangélicas, muitos movidos por atrativos naturais como a boa música, as belas encenação teatrais, ou a eloquência no discurso pastoral que, na própria Bíblia, mostra trechos de versículos recheados com bênçãos e receitas para a prosperidade financeira dos ouvintes. Apesar de frequentarem a Igreja, essas pessoas não assumem um compromisso com o Evangelho e costumam não ter experiências, muito menos um relacionamento com a pessoa do Espírito Santo. Assim, cresce uma Igreja sem estruturas sólidas, e que não tem em que se apoiar diante de questionamentos feitos a sua fé, deixando-se levar por qualquer vento de doutrina.

É nesse contexto que diversas linhas de pensamento e interpretação bíblica são apresentadas a massa cristã, através de propostas utilizadas pela “Publicidade Gospel” que atrai cada vez mais pessoas a “consumirem” o Evangelho como a um objeto utilizado para benefício próprio, em uma espécie de Marketing onde os consumidores não precisam mais adaptar-se a Cristo, todavia Cristo tornou-se adaptável a elas (“A verdade é simplesmente o que funciona para você!”), perdendo-se a referência de que somente as Escrituras são a verdade e devem ser a base doutrinária de toda Igreja.

Muitos têm trocado as Escrituras Sagradas (regra de fé e prática, desde os tempos antigos) por um apanhado de experiências pessoais de diferentes personalidades que surgem cada vez mais rapidamente no cenário publicitário evangélico, e pela interpretação individual que cada um faz de suas próprias experiências. Os fiéis, por sua vez, voltam sua atenção para esses conceitos e para seus transmissores primários passando a denominar os mais influentes como seus “alvos de unção”, ou como seu maior referencial de vida e ministério, gerando cópias e mais cópias de cristãos com as mesmas características desses grandes ícones do meio Gospel e ofuscando assim sua busca por conhecer a pessoa de Cristo e por tornarem-se semelhantes a Ele.

O que se pode perceber é que nos dias atuais a própria Igreja tem perdido a noção do que é o verdadeiro evangelho, conformando-se ao que o mundo lhe impõe como regra e aceitando qualquer afirmação como verdadeira, quando deveria focalizar Cristo, sendo realmente representante d’Ele aqui na Terra – Cristãos. Ser espiritual vai muito além de trancar-se dentro de sua “Comunidade Igrejal” e buscar Deus para sua satisfação própria, ou denominar-se superior àqueles que ainda não conhecem ou não aceitam Cristo como a Verdade absoluta. Ser espiritual, tendo Cristo como centro de toda a Espiritualidade, significa ir até onde Ele mesmo iria. Uma coisa é certa: Jesus não estaria nos grandes palcos montados para entretenimento Gospel, Ele estaria nos lugares onde ninguém se importa em estar, alimentando o faminto, curando o enfermo, tocando feridas da alma e convidando-nos a morrer com Ele.

Jesus nunca ofereceu nenhum prestígio, muito pelo contrário, o que Ele oferece é uma Cruz que deve ser carregada dia após dia. No lugar de prosperidade e auto realização, Ele oferece a oportunidade de renunciar tudo por amor a Ele, aos amigos e, especialmente, aos inimigos. A única glória que Jesus oferece é a Glória do Pai que é manifesta através daqueles que o conhecem a ponto de querer ser iguais a Ele e, apesar de, em diversas tentativas, não conseguirem, continuam buscando forças n’Ele mesmo para continuar lutando e encarando o desafio de viver a vida de Cristo em dias maus.

Ter uma Espiritualidade pautada na pessoa de Cristo é compreender que o: “Ide! Fazei discípulos!”, proferido por Ele antes de voltar para a Direita de Deus, implica em deixa-lo viver através de nós e assim influenciar pessoas a verem Seu o perdão, Seu amor e Sua salvação através de nossa forma de viver (muito mais de apenas falar).

É fato que nunca existiu e nunca existirá Igreja perfeita, afinal ela é constituída por homens falhos e limitados. Porém, a maturidade que a caminhada com o Cristo verdadeiro proporciona é o que dá firmeza para ir além da superficialidade e o que nos faz permanecer firmes e constantes n’Ele, acreditando que é possível ser diferente.

Olá, blogueiros!

Hoje parei um pouco e notei que há tempos não falo diretamente com você que lê meu Blog, tenho compartilhado meus textos e recebido muitos testemunhos, pois escrevo pensando mesmo no bem que minhas experiências pessoais no Ministério e/ou na vida Cristã podem te fazer mas, desta vez senti que seria especial começar de uma forma mais pessoal e agradecer por acessarem, divulgarem e comentarem aqui no Blog. Enfim, vamos ao que interessa:

Voltando ao nosso assunto sobre Ministério de Louvor, quero compartilhar algo que, para mim, era como um bicho de sete cabeças pois, se acontecesse, frustrava todas as minhas expectativas para a Ministração de Louvor do dia: “Ausência de componentes do Ministério”.

Fossem os ausentes vocais ou instrumentais, era algo intragável por mim! E hoje, devido às comemorações natalinas, nenhum vocal compareceu ao ensaio que antecede ao culto de domingo à noite. Somente os Músicos Instrumentistas foram – é, desta vez, com alegria, tenho que dar o mérito a eles!

Antigamente, minha reação seria de tristeza, frustração, por não poder fazer o momento de louvor como todos gostam: com todos os componentes em suas posições, preenchendo todos os espaços das músicas. Só quem me conhece, sabe o quanto sou exigente quanto a qualidade do Louvor na Igreja. Desta vez, tive que solar todas as músicas, até as de dueto! Um deles foi “Manancial” (DT1) Imagine só: eu, sozinho cantando “Eu te farei…” e “Eu quero ser…” ao mesmo tempo! Rsrs… Não foi bem assim! #Ufa!

Além disso, tive que trocar duas músicas que havia escolhido para a Ministração, pois, devido a ausência do Guitarrista, o Tecladista foi para a Guitarra e a Segunda Tecladista (que assumiu o teclado) não conhecia as duas canções escolhidas.

Antes, se isso acontecesse eu espernearia e, quem sabe, até choraria, por não querer aceitar que o que eu havia escolhido para cantar não seria bem da forma imaginada. Hoje, posso compartilhar esta experiência com vocês na certeza de já ter subido mais um degrau nesta caminhada do ministério. Graças a Deus, minha reação diante desses imprevistos, foi a de aceitar as mudanças necessárias. Afinal, Deus já sabia que essas tais mudanças teriam que acontecer, Ele mesmo havia permitido tudo isso.

É necessário compreender que, infelizmente, nem tudo acontece conforme planejamos, e assim acabar aprendendo que, diante dos imprevistos, precisamos contorná-los ao invés de deixar que eles atrapalhem o fluir de nossa alegria na presença do Senhor, e impeçam de transmitirmos para a Igreja aquilo que Ele compartilhou, antes, conosco.

Contorne! Use uma outra canção que carregue a mesma mensagem poderosa da Palavra de Deus. Mas não permita que sua ministração seja frustrada por algo tão pequeno, diante do que Deus pode fazer com seu coração e através de você se estiver livre para compartilhar com a Igreja o que está em você.

Só pra constar: A ministração foi maravilhosa! Os músicos estavam todos muito ligados e Deus agiu e fluiu naturalmente. Senti a presença de Deus de uma forma nova! Os testemunhos da Ministração de hoje já estão chegando! (Glória a Deus!) Só posso agradecer ao Senhor por não depender de nós, mas agir por Sua graça e misericórdia!

Que Ele te abençoe e ensine a lidar com os imprevistos! É um caminho difícil e um pouco longo, mas que só depende de você chegar lá.

Em Jesus,

Douglas =)

Desde que me formei no CTMDT em 2009, tenho recebido muitos convites para Ministrar Louvor, Palavra e também Oficinas de Composição e Liderança de Louvor. Meu tempo de convivência em uma das Bandas do CTM me fez crescer bastante e, hoje, posso compartilhar com as pessoas muito do que aprendi. Também tenho me dedicado a uma incessante pesquisa na área do Louvor e Adoração, servindo como uma forma de reciclagem para poder continuar abençoando vidas que presam pela excelência no Ministério de Louvor, assim como eu.

Hoje, quero compartilhar com vocês algo sobre este assunto. Uma grande dificuldade que percebo existir em todos os ministérios de Louvor para os quais ministrei as Oficinas foi que Músicos (Instrumentistas) e Vocais parecem caminhar em dois ministérios alheios. Não há entrosamento em ambas as partes. Por exemplo: Na maioria das Oficinas em que precisamos de alguém que pudesse ajudar tocando um instrumento, a exclamação que se ouvia em massa era que não havia nenhum instrumentista no local. Quando havia, era a parte menos atenta da plateia, que parecia não estar realmente interessada no que estava sendo ensinado.

Minha pergunta é: “Será que os músicos (instrumentistas) dos ministérios de louvor têm se sentido excluídos do mesmo? Ou será que não sentem a necessidade de preparar-se espiritualmente?” Vemos a ausência dos mesmos em cultos com menor frequência por parte da Igreja, além de consagrações matinais, Escolas Dominicais. Muitas vezes me senti como se estivesse implorando pra que um músico fosse a um ensaio, ou que ouvisse o material de ensaio em casa.

Infelizmente esta é uma realidade que precisa ser mudada para que haja o real crescimento do ministério, um crescimento saudável que faça com que todos consigam caminhar em unidade, pois, assim como “quando um não quer dois não brigam”, quando um não quer, dois não conseguem viver em comunhão, em unidade.

Se você é um músico e tem vivido esta realidade na sua Igreja, quero convidá-lo a mudar sua forma de agir. Aproveitar que estamos prestes a iniciar mais um ano e começar a ser alguém mais presente em ensaios e reuniões menos frequentes, chegando no horário marcado, quem sabe até antes, para afinar seu instrumento, preparar o que precisa ser feito e, assim ter um ensaio proveitoso. Se você não tem conseguido viver uma vida de consagração, comece a frequentar os ambientes que o ajudarão a quebrar, de uma vez, essas barreiras. Passe a respeitar as pessoas e a submeter-se a liderança, mesmo quando pedem para abaixar o volume do instrumento além do que você considera o necessário.

Se você também é um músico, mas não tem esse perfil, peço desculpas por generalizar alguns comentários acima, mas julguei ser necessário para que fosse feita uma auto-avaliação. Continue servindo no ministério, com sua busca por excelência e por fazer o melhor para o Senhor, consagre-se mesmo! Chegue no horário mesmo! Mesmo que você seja o único e pareça não valer a pena, persevere e, no tempo certo, quando você menos esperar, o Senhor honrará sua dedicação a Ele.

Espero ter cooperado para seu crescimento. Se você conhece algum músico (tanto os “perfeitinhos” quanto os “complicados” dos ministérios), envie este texto! Quem sabe, é o ponta-pé inicial para que uma mudança aconteça.

Que Deus nos abençoe!

Pela Graça de Cristo,

Douglas =)